Retomada da indústria e as mudanças com a chegada de uma possível vacina


13 de janeiro de 2021

O ano de 2020 foi de recessão, mas a expectativa pela volta do crescimento industrial em 2021 é grande. A projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que o Produto Interno Bruto (PIB) irá se expandir 4% no próximo ano e o setor industrial será o grande responsável por isso.

Entretanto, tudo isso dependerá da saúde da população. “O desafio é a transição da retomada para o crescimento sustentado já em 2021. Para isso, o país, mais do que nunca, precisa eliminar o Custo Brasil. É preciso prover um ambiente favorável aos negócios, que ofereça segurança jurídica, melhore as expectativas e estimule o investimento, o crescimento econômico e o desenvolvimento social”, afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

“Temos uma expectativa positiva de crescimento da indústria no próximo ano. As pessoas vão voltar para o mercado de trabalho, e temos agendas importantes para garantir a competitividade do país”, afirma.

Ministro da Economia também aposta na vacinação

Um discurso semelhante fez o ministro da Economia, Paulo Guedes. Embora otimista, ele diz que o Brasil precisa de uma vacinação em massa para que consiga se recuperar.

“O retorno seguro ao trabalho exige a vacinação em massa da população brasileira. É uma vacinação voluntária e o que o governo tem que fazer é disponibilizar todas as vacinas para a população de forma voluntária e gratuita. Qualquer brasileiro pode escolher a vacina que ele quer tomar, não paga pela vacina e escolhe a vacina se quiser tomar. Essa vacinação gratuita de forma voluntária para os brasileiros é o que nós precisamos para que a asa da saúde bata ao mesmo tempo da asa da recuperação econômica”, afirmou.

Paulo Guedes também lembrou que o Governo Federal já liberou recursos para a compra da vacina. “O capítulo mais importante vem agora, que é a vacinação em massa. São mais R$ 20 bilhões para a vacinação em massa dos brasileiros”.

A retomada do setor industrial também será importante para a geração de novos postos de emprego. A estimativa é de que a taxa de desocupação deverá crescer em 2021 e ficar em 14,6% da força de trabalho, ou seja, 0,7 ponto percentual maior que a taxa projetada para 2020, de 13,9%, segundo a CNI. Entretanto, o fim do auxílio emergencial deve levar mais pessoas a procurarem emprego, podem aumentar a variação.

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