
Durante uma auditoria interna de segurança, é comum que o foco esteja em máquinas, EPIs e procedimentos operacionais. Mas existe um elemento permanente, presente em todos os setores e que muitas vezes passa despercebido: o piso.
Superfícies escorregadias, desníveis, falta de ergonomia ou ausência de isolamento elétrico criam riscos invisíveis que comprometem a segurança e a conformidade com as normas regulamentadoras.
Neste artigo, você vai entender o que avaliar no piso durante uma auditoria interna de segurança, quais são os principais pontos críticos e por que contar com uma empresa especializada faz toda a diferença para manter o ambiente seguro.
Por que o piso deve ser analisado com atenção em uma auditoria de segurança?
O piso é a base de toda a operação, quando ele não oferece aderência, estabilidade ou conforto adequado, aumenta o risco de escorregões, quedas, fadiga física e até acidentes elétricos.
De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), quedas estão entre os acidentes de trabalho mais frequentes no mundo, e grande parte delas está relacionada ao tipo de piso utilizado.
Ignorar esse fator durante uma auditoria significa deixar um dos maiores pontos de risco fora da análise.
Leia mais em: Como adequar o piso no ambiente de trabalho às normas de segurança?
Existem irregularidades, trincas ou desníveis no piso?
Trincas, buracos, desníveis e remendos improvisados são causas frequentes de tropeços e quedas. Durante a auditoria interna, é essencial avaliar:
- Integridade estrutural do piso;
- Bordas levantadas de tapetes;
- Desníveis entre áreas de circulação;
- Condições de manutenção preventiva.
Pequenos defeitos podem gerar grandes consequências, especialmente em áreas com circulação intensa de pessoas e equipamentos.
A manutenção e limpeza do piso preservam suas propriedades de segurança?
Durante a auditoria interna de segurança, é fundamental avaliar não apenas o tipo de piso instalado, mas também como ele está sendo cuidado no dia a dia.
Verifique atentamente:
- Frequência de limpeza: o piso deve ser higienizado de acordo com o nível de uso e exposição a resíduos
- Uso de produtos adequados: detergentes agressivos, solventes ou produtos abrasivos podem comprometer a aderência e a integridade da superfície.
- Desgaste da superfície: veja se há sinais de polimento excessivo, rachaduras, deformações ou áreas alisadas.
- Perda de aderência ou elasticidade de tapetes: tapetes ergonômicos e antiderrapantes mantêm suas propriedades apenas quando conservados corretamente.
Manutenção preventiva é parte essencial da gestão de segurança e da conformidade normativa.
Como corrigir falhas identificadas durante a auditoria?
Após o diagnóstico, é essencial agir com base em critérios técnicos, considerando o tipo de atividade, o fluxo de pessoas, a presença de líquidos, riscos elétricos e exigências ergonômicas do ambiente.
As soluções mais comuns incluem
- Instalação de tapetes antiderrapantes em áreas molhadas;
- Uso de estrados drenantes para ambientes com lavagem constante;
- Aplicação de tapetes ergonômicos conforme NR-17;
- Implementação de tapetes isolantes elétricos conforme NR-10;
Cada falha exige uma solução específica, improvisos ou adaptações inadequadas podem não apenas manter o risco, mas agravá-lo.
Veja também: Quais tipos de piso mais causam acidentes de trabalho?
Por que escolher a Elasta para adequar o piso às normas de segurança?
A Elasta, referência nacional em pisos e tapetes de segurança desde 2002, oferece soluções desenvolvidas conforme as normas NR-10, NR-17 e NBR 14039, com laudos técnicos e testes de desempenho que comprovam sua eficácia.
Além do fornecimento de tapetes ergonômicos, antiderrapantes e isolantes elétricos, prestamos consultoria completa, auxiliando na identificação de riscos e na escolha das soluções mais adequadas para cada ambiente.
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